Será que todas essas amizades que eu tenho ficarão de verdade na minha mente e coração pra sempre? Será que eu ficarei na mente e no coração delas?
Afinal, pra sempre existe?
Eu não sou daquelas que pensam muito no futuro (característica ruim) mas num belo dia, na escola, comecei a pensar se alguma coisa é realmente verdadeira. Se só falar "eu tô com você", " te amo", " é pra sempre" ou "é real'' vale alguma coisa, se essas palavras fazem a amizade durar.
Estou começando a duvidar de certas coisas. Estou começando a duvidar de uma amizade que eu amo muito. Estou começando a duvidar de uma pessoa querida. E eu estou com medo de que minhas dúvidas sejam reais.
Ando pensando esses dias "será que ela realmente gosta de mim?" ou "será que colocaram coisas na cabeça dela?".
Tudo o que eu sei é o que eu sinto, e isso não é o suficiente pra mim, infelizmente.
Então eu estou vivendo com essas dúvidas, ouvindo "eu tô com você", " te amo", " é pra sempre" ou "é real'' e esperando que as palavras sejam verdadeiras.
Who says you're not perfect?
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Aviso.
Pessoa que está lendo isso, estou meio sem tempo pra escrever a história, então no meio tempo em que ela não estiver pronta, posto textos que escrevi. ;)
domingo, 20 de novembro de 2011
Chapter 1 - O começo (ou não...)
Quando as pessoas perguntam meu nome, digo que sou a Melissa no last name, ou Melissa sem sobrenome. Não sei mais quem é minha mãe. Tenho a biológica, a primeira adotiva e a segunda adotiva. Por isso sou sem sobrenome.
Não sei como começar a minha história, acho que vou começar do que considero o começo (?).
Minha primeira mãe (é estranho falar isso), Katharine, era uma dançarina ótima, nós duas costumávamos dançar juntas todos os dias. E eu amava. Depois que ela morreu, senti que não conseguiria dançar, pois era um ritual entre nós, sentia que trairia Katharine se dançasse, sei que era um pensamento besta, mas era o que pensava na época. Hoje, sinto que dançar me deixa mais perto dela, por isso amo tanto essa arte.
Depois que eu fui pro orfanato quando Katharine morreu, eu estava MUITO triste, foi quando eu estava assim que conheci Melinda. Na verdade, nem sei o porquê dela ter me adotado, eu era tão sem vida. Pensando bem, acho que foi por isso que ela me adotou, porque nós somos parecidas. Somos sorridentes e felizes por fora, mas guardamos algo lá no fundo que nos deixa triste.
Eu nunca achei ninguém igual a mim, nenhuma amiga. Tá ok, não queria ninguém igual a mim, mas parecida pelo menos. E acho que nunca vou achar. Não alguém que more no mesmo PAÍS que eu... então eu tento aceitar isso, mas confesso que é difícil não ter alguém pra chegar no MSN e falar aquela super novidade da pessoa que você gosta, ou compartilhar vídeos da Audrey Hepburn.
Minha vida é simples, vou pra escola, danço, mexo no computador... Faço coisas normais, mesmo sendo diferente. Outra coisa sobre mim é que não vivo sem música, sempre tenho que estar com meu Mp4. SEMPRE.
domingo, 6 de novembro de 2011
Começando...
Lista de personagens:
Melissa: Garota meiga e amiga. Brincalhona e extrovertida. Tem sentimentos guardados que a faz sofrer. Ama dançar.
Sophie: Uma das melhores amigas de Melissa. É divertida e ri muito. Não gosta de pessoas falsas.
Emily: Outra melhor amiga de Melissa. Finge ser feliz, mas é triste por dentro. Não fala muito com a mãe. Ama ficar com as amigas pra se distrair.
Cindy: Também uma dançarina. Parece doce e amigável, mas tem seu lado cascavel.
Ian: Garoto bonito e simpático. Estuda na escola de dança e na escola ‘’normal’’ de Melissa. É apaixonado pela garota desde que a conhece.
Renan: Fofo e tímido. Estuda na escola de dança de Melissa.
Melinda: Segunda mãe adotiva de Melissa.
Jim: Pai adotivo de Melissa.
Katharine: Primeira mãe adotiva de Melissa. Morreu num acidente de carro quando Mel tinha 11 anos.
Outros personagens serão apresentados durante a história.
Novidade. (que saudades)
Oi gente. Desculpa por nunca mais postar, é que ando sem ideias, mas, ontem a noite, tive uma inspiração, vou escrever ''um livro'' e postar aqui, em capitulos.
Então.. é isso =P
Então.. é isso =P
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Faith and Hope.
Eu acho que um dos motivos para que as pessoas acreditem em céu, Deus, etc. é que criam uma esperança. Esperança para seus entes queridos e pra eles mesmos.
Se eu já perdi alguém? Não. Se eu gostaria de conhecer alguém que já morreu? Sim. É por isso que me faço a acreditar que, depois que alguém morre, ela vai pra uma luz, e lá tem o seu “pós-vida”.
Não sei ao certo se é só por isso, mas acho que depois de ver tanto sofrimento que acontece no mundo (sem querer ser clichê) é bom ter um pensamento que te diga: “Ela vai ficar bem, vai encontrar a paz. EU vou encontrar a paz.”.
Eu acho que eu posso encontrar a paz ainda viva, mas sempre vão existir coisas que não gostamos, como o espinafre que nossa mãe coloca no nosso prato, ou a garota malvada da escola, ou pequenas coisas que não podem ser evitadas, então imaginar a morte como um descanso e talvez um encontro ou reencontro com pessoas, e não o fim de tudo, é um bom pensamento, pelo menos pra mim.
Eu acredito em pós-vida, ou como é que você quiser chamar, porque quero ter certeza que, se alguém que eu amo venha a morrer, ela não vai embora, ainda vai estar aqui comigo, mesmo que não possa vê-la.
Acho que é tão confortante saber que, se meu corpo parar de funcionar, posso encontrar pessoas queridas “do outro lado”, e eu estou reforçando meus pensamentos esses dias, porque eu tenho um desejo tão forte de poder encontrar Audrey Hepburn que eu pensei, se existe pós-vida, quem sabe eu não a encontro? Afinal, faria qualquer coisa pra encontrar qualquer uma das minhas outras “idolas” aqui, viva, porque não fazer o mesmo estando morta? (Ta, escrevi 5 parágrafos sem falar de ninguém que eu gosto, bati um recorde... =P)
Se eu já perdi alguém? Não. Se eu gostaria de conhecer alguém que já morreu? Sim. É por isso que me faço a acreditar que, depois que alguém morre, ela vai pra uma luz, e lá tem o seu “pós-vida”.
Não sei ao certo se é só por isso, mas acho que depois de ver tanto sofrimento que acontece no mundo (sem querer ser clichê) é bom ter um pensamento que te diga: “Ela vai ficar bem, vai encontrar a paz. EU vou encontrar a paz.”.
Eu acho que eu posso encontrar a paz ainda viva, mas sempre vão existir coisas que não gostamos, como o espinafre que nossa mãe coloca no nosso prato, ou a garota malvada da escola, ou pequenas coisas que não podem ser evitadas, então imaginar a morte como um descanso e talvez um encontro ou reencontro com pessoas, e não o fim de tudo, é um bom pensamento, pelo menos pra mim.
Eu acredito em pós-vida, ou como é que você quiser chamar, porque quero ter certeza que, se alguém que eu amo venha a morrer, ela não vai embora, ainda vai estar aqui comigo, mesmo que não possa vê-la.
Acho que é tão confortante saber que, se meu corpo parar de funcionar, posso encontrar pessoas queridas “do outro lado”, e eu estou reforçando meus pensamentos esses dias, porque eu tenho um desejo tão forte de poder encontrar Audrey Hepburn que eu pensei, se existe pós-vida, quem sabe eu não a encontro? Afinal, faria qualquer coisa pra encontrar qualquer uma das minhas outras “idolas” aqui, viva, porque não fazer o mesmo estando morta? (Ta, escrevi 5 parágrafos sem falar de ninguém que eu gosto, bati um recorde... =P)
Não estou falando que acreditar em deus só tem ESSE motivo, é UM DOS MOTIVOS pra MIM. Não sou expert em nada, só tenho 13 anos e tenho meus pensamentos...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Sem esforço, não dá .
Acho que pra você ter qualquer coisa na vida é preciso se esforçar (alguém já te disse isso, aposto), mas é verdade. Principalmente se você quer viver BEM em sociedade. #fato (?).
Enfim, sendo fato ou não, não é tão simples viver em sociedade, você não pode falar o que quiser na hora que quiser, você tem (pelo menos pra mim) que se esforçar pra não magoar os sentimentos dos outros.
Ofoda (sorry) é fazer de tudo pelas suas amigas, deixar que as lágrimas delas escorram no seu ombro e não falar coisas que estão te matando só para não magoá-las e elas não fazerem o mesmo. Eu sei que eu posso contar com algumas pessoas, mas tem outras, pelo menos os atos dessa pessoa no dia-dia, que parece que NÃO dá pra confiar e falar: 'Deixa eu chorar no seu ombro, to precisando'.
Eu acho que sou idiota, acho mesmo, porque faço o possível e impossível pra agradar a TODOS e acabo me esquecendo de mim. Já falei pra mim mesma 'CHEGA!', isso faz alguns meses e eu não mudei NADA.
Acho que eu me esforço tanto, que pego o esforço que minhas amigas deveriam fazer e os uso. Assim só eu me esforço, mais ninguém.
Enfim, sendo fato ou não, não é tão simples viver em sociedade, você não pode falar o que quiser na hora que quiser, você tem (pelo menos pra mim) que se esforçar pra não magoar os sentimentos dos outros.
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Eu acho que sou idiota, acho mesmo, porque faço o possível e impossível pra agradar a TODOS e acabo me esquecendo de mim. Já falei pra mim mesma 'CHEGA!', isso faz alguns meses e eu não mudei NADA.
Acho que eu me esforço tanto, que pego o esforço que minhas amigas deveriam fazer e os uso. Assim só eu me esforço, mais ninguém.
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